domingo, 27 de janeiro de 2013

Tragédia de Santa Maria em boate, mata 2 filhas de Jó e um DeMolay!


É difícil ao acordar e ligar a TV, descobrir que quase 240 pessoas de bem morreram enquanto estavam se divertindo, mas não é simplesmente porque não tem nada haver com você, que não te abala, te abala sim, e fortemente, porque você pensa em como a vida é dura, e que você poderia estar lá, no lugar das centenas de pessoas que morreram, enquanto estavam felizes, e sorrindo, você poderia ter algum laço com eles, como nós, Filhas de Jó, ou como nossos primos, os DeMolays, e nossos tios Maçons, que agora se sensibilizam com a dor que cada familiar das vítimas do incêndio, esta sentindo nesse exato momento, bem nós não podemos apenas agradecer por não estar lá, naquele lugar e naquele momento, temos de deixar o egoísmo de lado, e pedir a Deus, que guarde todas aquelas almas em um bom lugar, e que os pais, irmãos primos e primas de todos eles, sejam fortemente consolados, pelos braços, de Deus... Afinal, "Que possa o senhor estar entre nós enquanto estivermos separadas umas das outras."

Que descansem em paz: As irmãs MARIANA COMASSETTO e ISABELLA FIORINI (FILHAS DE JÓ DO BETHEL THÊMIS) e o primo VICTOR MACAGNAN (DEMOLAY DO CAPÍTULO CRUZ ALTA)

domingo, 6 de janeiro de 2013

O nascimento da Bandeira das Filhas de Jó!




Documento original de 1934 do Sr. Mattrup Jensen, PSGA, e  
Editado por Tomilynn W. McManus, PSG



O nascimento da Bandeira das Filhas de Jó foi em 22 de Agosto, de 1934, na Cidade de Portland, Oregon, EUA naquele tempo o Supremo Conselho Guardião realizou sua Sessão Anual.

Os dirigentes oficiais nesta reunião foram Sra. Ida B. Smith, de São Francisco, Califórnia, Suprema Guardiã, a Sr. Guy O. Henderson de Chigaco, Illinois, Supremo Guardião Associado. Nesta sessão, esta bandeira foi adotada unanimemente como a Bandeira Oficial das Filhas de Jó.

Deve este emblema, através dos anos,  
Para nossas Filhas tremular no alto  
Sempre para o alto, indo a diante  
Até que o amor possa reger o céu e a terra

O desenhista industrial (designer) desta bandeira foi o Sr. Mattrup Jensen, Past Grande Guardião Associado da Califórnia, e Past Supremo Guardião Associado. Em um ensaio intitulado, “História da Bandeira”, ele escreveu o seguinte.

“Um dia enquanto sentado em meu escritório, eu olhei para o quadro de George Washington, que estava pendurado sobre a parede, acima de minha cadeira. Em um canto da moldura havia fixado uma pequena bandeira dos Estados Unidos da América; no outro lado, uma pequena bandeira da Dinamarca. O pensamento que me veio, que ambas daquelas bandeiras não foram criadas ou desenhadas por acaso, mas que a cor, cruz, listras e muito campo, representa a alguém alguma coisa bem definida. Seguindo este pensamento ocorreu para mim que a organização das Filhas de Jó deveria ter uma bandeira que fosse verdadeiramente emblemática da Ordem. Eu imediatamente segui para minha mesa de desenho e procedi para desenhar (desenho técnico) tal como uma bandeira.

Primeiro, eu fiz o campo ou fundo roxo; a cor básica da Ordem... segundo, eu coloquei o triângulo, a insígnia da Ordem, contendo as três semelhantes filhas de Jó... no campo (fundo) roxo, a largura padrão da faixa de um lado ao outro,e outra faixa de cima a baixo da bandeira. Terceiro, eu coloquei listras brancas, a segunda cor básica da Ordem, no campo roxo; uma listra surgia de cada uma das três pontas do triângulo, fazendo cinco listras iniciando no triângulo.

Isto completou o arranjo; dando a nós uma bandeira de três listras brancas, cinco listras emanando do triângulo e cinco listras no todo, atravessando toda sua extensão. Eu presentei-o para as “Mais Justas em toda a Terra”, e deve isto conduzir nossas Filhas para cima e em frente, que sua influência possa ser o significado de promover e preservar os mais altos ideais de vida”.

A origem da cornucópia!



Cornucópia é um símbolo representativo de fertilidade, riqueza e abundância. 

Do latim cornu copiae ou "corno da abundância", de cornu ou "chifre" e copiae ou "abundância, muitos recursos, posses".

Na mitologia greco -romana era representada por um vaso em forma de chifre, com uma abundância de frutas e flores se espalhando dele. Hoje, simboliza a agricultura e o comércio.


O seu significado provém da cabra Amaltéia que na mitologia greco-romana amamentou Zeus/Júpiter enquanto bebé.
Quando menino, Zeus era amamentado com o leito da cabra sagrada Amaltéia. Ele costumava brincar com a pobre cabra, e um dia, sem querer, quebrou um de seus chifres. Na tentativa de consolar a sua cabra preferida, Zeus transformou o chifre arrancado em uma Cornucópia da Fartura, de onde sairiam frutas e verduras conforme se desejasse. É o símbolo da abundancia, da fartura, da fortuna.



Atualmente essa palavra é utilizada como sinônimo de abundância, porém está sendo esquecida por seu estilo rebuscado e antigo.







Fontes:


A origem do triangulo.


O emblema de TRÊS PONTAS é marca registrada e emblema oficial da ordem das Filhas de Jó Internacional. Consiste em um triangulo duplo encerrando uma réplica de três garotas usando túnicas, capas e coroas, segurando uma cornucopia, uma poma e uma urma, dentro do triangulo interno, e as palavras "I YOB FILIAE" na base, entre os triangulos interno e externo.




Mas você conhece a origem do TRIANGULO?! 

 


No alfabeto grego encontramos o delta como a quarta letra, D, sendo sua figura o triângulo equilátero. Segundo Diaz de Carvalho, uma, ou mesmo duas linhas geométricas não podem representar um corpo absolutamente perfeito, entretanto três linhas, ao se unirem, formam a primeira figura regular e perfeita, a primeira perfeição. Nenhuma figura tem maior utilização na simbologia maçônica, por vezes representado por três pontos.


Tal como exposto por Ramée, o o triângulo, composto por três linhas e três ângulos, forma um todo completo e indivisível. Todos os outros polígonos se subdividem em triângulos e são compostos por triângulos, o que faz deste o tipo primitivo, base à construção de todas as superfícies. Para os simbolistas os três ângulos representam Sabedoria, Força e Beleza, atributos de Deus, e também Sal, Enxofre e Mercúrio, segundo os hermetistas, princípios da obra de Deus. Os três ângulos representam ainda os três reinos da natureza, mineral, vegetal e animal, e as três fases da revolução perpétua, Nascimento, Vida e Morte, revolução que Deus governa sem ser governado.

O triângulo representa a Tríade ou Trindade, Triada, em grego, Trindadem, em latim, Trimurti, em sânscrito. Para os cristãos, Pai, Filho, Espírito Santo. A letra delta e o sentido que carrega originou a palavra Deus no sânscrito, Diaus, e nas línguas latinas, Dia e Deus, tal como chegaram até nós. Em grego, devido a razões de pronúncia, o vocábulo, escreve-se Théos.
Segundo Platão, toda a matéria elementar é composta de triângulos combinados. O três representa a solidez, estabilidade. Estabelece os princípios de harmonia e equilíbrio em um mundo dual.
Por isso, é usado pra representar o aspecto Divino, através da Trindade, presente em várias culturas:

Cristianismo: Pai, Filho e Espírito Santo
Hinduísmo: Brahma, Vishnu e Shiva (trimurti)
Egito: Ísis, Osíris e Hórus
Irlanda: Morrigan, Badb e Macha (facetas da Deusa da batalha)
Celtas: Virgem, Mãe e Anciã (Aspectos da Mãe Terra)
Espiritismo: Deus, princípio espiritual (Espírito) e princípio material (matéria)
Platão: Ser (modelo perfeito, original), devir (cópia do modelo) e receptáculo (espaço, lugar)


São necessários dois elementos duais (e, ainda assim, complementares) para produzir um terceiro.

Vida + Morte = Evolução
Bem + Mal = Discernimento
Pólo positivo + pólo negativo = Corrente elétrica
Homem + mulher = Vida
Luz + Trevas = Conhecimento


Prestando atenção, quase sempre um desses componentes é visto como ruim (negativo), enquanto o outro é bom (desejável). O ser humano não escapou dessa visão distorcida da realidade, herança do zoroastrismo, que separava o bem do mal, o claro do escuro. O Zen budismo e o Taoísmo nos mostram visões complementares, como o Yin que é oposto mas complementar ao Yang. O binário vida e morte compõem um ciclo evolutivo em que o homem vive os dois tipos de experiências, a do plano físico e as do mundo espiritual, os quais proporcionam a dinâmica que favorece a evolução.

No hebraico, o plural das palavras no masculino terminam em im, e nome utilizado para Deus (Elo-him) pode ser um sinal dessa trindade. As palavras de abertura do Gênesis dizem: "Bereshit bará Elo-him" (No princípio Deus criou); Elo-him é plural, mas bará (criou) é singular. Unidade na diversidade. Multiplicidade resultando numa só força Criadora.